Evidências científicas sobre como melhorar a memória de estudantes

Evidências científicas sobre como melhorar a memória de estudantes

3 de abril de 2018 Material de Divulgação 0

A seguir encontre links selecionados por nossos especialistas em memória que propõem várias formas de melhorar a retenção de informações, todas embasadas em evidências científicas.

Isso pode ser simples de fazer.

Temos ciencia de que professores e alunos são muito sobrecarregados e que é muito difícil mudar hábitos.

Por isso, é importante que saibam que é possível aumentar a retenção de informações:

  • com mínimas alterações no jeito de lecionar e/ou estudar;
  • sem incorrer em custos, tampouco tempo adicional em aulas/estudo;
  • sem precisar alterar o material didático.

 

Parece bom demais para ser verdade?

O que os cientístas mostram é que quem quer ensinar e/ou aprender conteúdo tem que estimular ou praticar a “procura de informações na mente”.

Nossa equipe tem chamado isso de ensinar/estudar “para fora”.

Veja aqui um vídeo sobre como funciona esse “ensinar/estudar para fora”, com muitas dicas simples sobre como estudar de forma mais eficiente.

O vídeo é longo (50 min), mas inclui como e porque estudar e/ou ensinar assim.

Se quiser algo mais curto, veja esse vídeo.

Fazemos um especial destaque para esse Guia prático de “ensinar para fora” para professores, adaptados por nossa equipe de especialistas para o português.

Ele foi desenvolvido pelos cientistas mais renomados no mundo no assunto. Veja mais sobre isso aqui (conteúdo em inglês), ou aqui (notícia).

O que, então, vem a ser esse estudar/ensinar “para fora“?

Aprender “para fora” nada mais é do que colocar conhecimentos em prática, resolvendo exercícios, discutindo com colegas, tentando explicar (oralmente, ou por escrito) o que sabemos, etc.

Isso contrasta fortemente com a forma tradicional de ensinar ou aprender, que foca em colocar informações “para dentro” da mente: dando aulas ou as assistindo passivamente, relendo o caderno, livro ou apostila.

Os especialistas neste campo mostram há tempos que estudar “para dentro” não leva a uma retenção duradora de informações. A gente não “aprende” para valer e logo esquece.

Por exemplo: é comum que alunos que até foram bem numa prova não consigam lembrar de (quase) nada pouco tempo depois…

Porém, se estudarem de uma forma adequada fixarão melhor a matéria na cabeça.

Estudar “para fora” exige mais esforço. Mas como estudar assim leva a uma maior retenção, acaba por reduzir o tempo perdido estudando de forma ineficiente.

Isso é essencial para adolescentes, pois muitos deles têm pouco tempo para descansar.

Em parte isso tem a ver com atividades escolares ou extracurruculates, muito tempo perdido no trânsito… E em parte tem a ver com a desorganização dos jovens: deixam para estudar na última hora, gastam tempo excessivo usando mídias, etc.

Mas lembre-se: adolescentes não têm habilidades de planejamento e organização desenvolvidas ainda, portanto estudam e usam seu tempo de forma inadequada.

Se os professores conseguirem ensiná-los a como estudar de forma mais eficiente, eles serão beneficiados por toda a vida!

E tem mais: além de ter que aprender como estudar direito para aprender melhor, adolescentes precisam ter tempo para dormir bastante. E para poder dormir, têm que poder relaxar.

Dormir e relaxar são também essenciais para ter um humor estável, para manter a atenção e para que seus cérebros guardem informações e se desenvolvam adequadamente.

 

Caso tenha se interessado por esse post, saiba que há um canal do youtube, em inglês, que inclui palestras dos melhores expecialistas no mundo sobre como melhorar a memória das pessoas: https://www.youtube.com/channel/UCUSGmXVmLQnWEdLZRyRUb4g

 

 

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