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dezembro 19, 2017 Portal 0

O Portal Adole-sendo contém informações sobre comportamentos de adolescentes associadas a alterações fisiológicas nessa fase da vida, em páginas específicas para jovens, pais, professores e pesquisadores.

O Portal foi elaborado como parte de um projeto de pesquisa financiado pela FAPESP e sediado no Programa de Pós-Gradução em Psicobiologia da UNIFESP.

Todas as informações fornecidas no Portal, incluindo os links sugeridos, são verificados quanto a suas evidências científicas por cientistas especialistas.

 

A UNICEF e seus parceiros (ex. OMS) classificam jovens entre 10 a 19 anos como adolescentes.

 

Nessa idade ocorre a puberdade, um conjunto de processos biológicos que desencadeia, além de mudanças corporais, uma aceleração no desenvolvimento da capacidade de autorregular o comportamento.

 

Isso acontece meio “aos trancos e barrancos”, como sabem aqueles que convivem com adolescentes…

 

Pouca estimulação cognitiva durante a infância e adolescência, relacionada a desigualdades sociais  e educação básica deficiente presentes no Brasil, prejudica o adequado desenvolvimento dessas habilidades cognitivas.

 

Isso é lamentável, pois sucesso acadêmico e profissional, saúde e qualidade de vida são melhores dentre aqueles que melhor autorregulam seu próprio comportamento 

 

O Projeto Adole-sendo visa explorar como fatores biopsicossociais afetam a maturação da autorregulação comportamental.

 

Nosso intuito é apontar fatores susceptíveis a intervenções que podem levar ao desenvolvimento pleno de adolescentes e, assim, fornecer-lhes melhores oportunidades de vida.

 

Ciência Aberta: o Projeto Adole-sendo considera que achados científicos devem ser de livre acesso para o público geral. Além disso, este Projeto somente emprega medidas comportamentais de domínio público no fito de democratizar seu uso e aumentar a oportunidade de replicação dos dados obtidos (veja página dos Pesquisadores para detalhes). 

Os testes e medidas de avaliação cognitiva desenvolvidos por nossa equipe consideram também diferenças em acesso/qualidade de ensino e dificuldades de discriminação de cores.

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